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domingo, 14 de agosto de 2011

Pregadores ou preletores? Evangelistas ou doutores?


   Um dia desses, eu estava conversando com um amigo sobre a assombrosa diferença em relação aos pregadores no decorrer dos séculos; ao abrirmos a bíblia, vimos a Palavra de DEUS vindo a homens humildes como: lavradores, pastores de ovelhas e até pescadores analfabetos; outros, que se vestiam de peles de camelos e se alimentavam de mel silvestre e gafanhotos, que habitavam em desertos, vales, cavernas e matas; e quanto ao fim desses homens? Nem um pouco glorioso para o que este mundo entende como um fim bem sucedido: serrados ao meio, flechados, cosidos vivos, enforcados, decapitados, crucificados e até oferecidos como premio com a cabeça numa bandeja. E hoje o que vemos...?
   Com certeza, nada do que vemos hoje se compara com a realidade da bíblia; pregadores que mais parecem presidentes, com diplomas, faculdades, mestrados, doutorados e etc.; morando em mansões e se locomovendo de jatos particulares... Que contraste assombroso! Então, perguntei ao meu amigo: Se ele visse um homem maltrapido, descalço, de cabelos e barba comprida, caminhando e proclamando a Palavra de DEUS nas ruas de nossa cidade, o que ele pensaria? Então, ele disse que isso havia acontecido há alguns dias atrás, quando conversava com um pregador e “doutor” do evangelho e de repente surgiu um senhor muito humilde e maltrapido dizendo: JESUS É O REI dos reis e SENHOR dos senhores! Então, o tal “doutor” do evangelho que falava com ele, disse que era por existir homens como aquele senhor, que as pessoas não se convertiam ao evangelho.
   Como um homem assim pode falar de JESUS, que exerceu a humilde profissão de carpinteiro, vestia-se de humildes trajes e calçava sandálias em ruas de terra, que comia com pecadores e abraçava os leprosos, que ensinava as crianças e calava os doutores, e concluiu seu ministério pregado numa cruz?
  Que todos nós possamos refletir sobre o profundo amor e  humildade do nosso Mestre JESUS, e trazer essa realidade para as nossas vidas, para poder enxergar as pessoas alem das aparências e entendermos que estamos na mesma condição diante de DEUS. E quem não toma sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim. MT.10:38

sábado, 23 de julho de 2011

De que lado você está?

                                                       

   Sabemos que, assim como existe o estado físico e o metafísico, também existe o mundo natural e o espiritual; mesmo que as pessoas não acreditem, há espíritos maus entre nós, que na realidade são demônios; esses espíritos atuam de duas formas: De fora para dentro (opressão) e de dentro para fora (possessão).
    No caso da opressão, os demônios atuam nos ambientes; tornam esses ambientes carregados e esse peso exerce influencia nas pessoas que se encontram ali e que não tem comunhão com DEUS; esses demônios assediam as pessoas, conseqüentemente essas pessoas passam a desenvolver sintomas como: Depressão, constantes dores de cabeça, preguiça, corpo pesado etc...
   No caso de possessão, os demônios já se apoderaram da vida dessa pessoa; tornam essas pessoas escravas, tendo total controle sobre suas ações e reações, lhes tornando como verdadeiros fantoches; essas pessoas geralmente desenvolvem algum tipo de vicio, também perdem todo o temor e o amor por DEUS, toda e qualquer sensibilidade espiritual; tornam-se desobedientes quanto à vontade de DEUS para suas vidas, e é muito difícil para uma pessoa possessa reconhecer o seu estado, que mesmo sendo escrava ela pensa que é livre.
   Como podemos ver, não importa o quanto conheçamos da bíblia e sim o quanto praticamos; todos que estão longe de DEUS e da prática da Sua Palavra, sem exceção, estão à mercê dos demônios. Diante desses fatos podemos concluir que: OU CAMINHAMOS COM DEUS, OU DANÇAMOS COM O DIABO.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Converter-se a DEUS... Uma escolha ou uma necessidade?


   Como é intrigante o fato de que a grande maioria das pessoas interpreta o ato de converter-se a DEUS como uma escolha; e muitos ainda julgam ser uma escolha ruim por ser um caminho reto e justo! Mas será que esse ato de converter-se a DEUS é uma opção ou uma escolha como outra qualquer? Por que milhares de pessoas de todas as épocas, etnias e costumes diferentes converteram-se? E por que milhares ainda continuam a converter-se a cada dia? E quanto àqueles milhares que por sustentar essa causa enfrentaram até a morte? E que mistério é esse contido nas Escrituras Sagradas que move essas pessoas? Por que alguém levaria uma “simples escolha” até a morte? Como podemos ver, há muitas perguntas que nos levam a refletir; mas que, na correria do dia-a-dia acabam passando despercebidas.
   A grande verdade é que a bíblia nos revela que o ato de converter-se não é uma opção como outra qualquer, e que passar a observar os caminhos de DEUS não é apenas um estilo de vida como muitos andam pensando por aí. Quando abrimos Esse misterioso Livro, descobrimos que a conversão é uma urgente necessidade; descobrimos que todos debaixo do céu nascem sob condenação; todos nós somos frutos de um pecado original (o pecado de Adão que passou a todos); sendo assim, nascemos condenados pela nossa própria natureza carnal. Portanto, todas as pessoas, independente de sexo, idade, etnia, poder aquisitivo, classe social e nível intelectual, todos sem exceção, se não converterem os seus caminhos a DEUS, todos perecerão.
   Talvez você esteja pensando nesse momento que isso é uma falsa afirmação porque DEUS É Amor; mas é exatamente porque ELE É Amor que entregou O Seu Filho para morrer em nosso lugar; esse fato nos revela o imenso amor de DEUS na mensagem da cruz. Em que, DEUS transferiu a nossa condenação para O Corpo de Cristo; sendo assim, somente se convertermos os nossos caminhos a DEUS e crer que Cristo levou a nossa condenação na cruz é que seremos justificados; caso contrário, permanecemos condenados. Diante desses fatos eu não consigo ver apenas uma opção, mas sim, uma extrema e urgente necessidade de conversão! E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Jo 8:32